ENTER-SLIDE-1-TITLE-HERE

ENTER-SLIDE-2-TITLE-HERE

ENTER-SLIDE-3-TITLE-HERE

ENTER-SLIDE-4-TITLE-HERE

domingo, 6 de maio de 2012

Posted by GODINHO On 14:05
Seminário de Comunicação e Ação Liberal em Bento Gonçalves
Leonardo Godinho - Comunicação Liberal e suas ferramentas

sábado, 5 de maio de 2012

Posted by GODINHO On 10:18

Seminário de Comunicação e Ação Liberal em Caxias do Sul
Leonardo Godinho - Comunicação Liberal e suas ferramentas

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Posted by GODINHO On 10:48
Enquete: Você é favorável às cotas raciais, às cotas sociais, a ambas ou você é contra as cotas?
Cotas raciais: 13%
Cotas sociais: 36%
Ambas: 9%
Contra as cotas: 42%


Convidados:
- Presidente da Juventude do DEM no Rio Grande do Sul e Secretário-Geral da Juventude do DEM nacional, LEONARDO GODINHO
- Advogado criminalista e ativista de direitos civis, ANTÔNIO CARLOS CORTES
- Professor CARRION da UFRGS

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Posted by GODINHO On 06:01
Aqui no RS já vimos no que dá querer escolher candidato. Nessa o Rigotto entrou pelo cano e os tucanos elegeram a Yeda.

-----------

São Paulo - O pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, disse a aliados que prefere disputar a eleição tendo como o adversário tucano o ex-governador José Serra. Segundo interlocutores, o ex-ministro não manifesta publicamente a posição para não desagradar ao seu mentor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Lula e seu entorno advogam a tese da composição com o PSD não apenas para desorganizar o campo adversário, mas também para evitar que Serra entre na disputa. Internamente, o PT avalia que Serra é o nome mais forte, ainda que tenha alto índice de rejeição, segundo pesquisas recentes.

Haddad disse a mais de um correligionário nos últimos dias que prefere Serra porque este cenário retoma a lógica da polarização PT x PSDB e "coloca as coisas em seu devido lugar". A lógica do pré-candidato petista, porém, contraria o pragmatismo político da cúpula petista, que trabalha abertamente pela aliança com o prefeito.

Fonte: Veja.Com

domingo, 4 de dezembro de 2011

Posted by GODINHO On 16:23
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, se reuniu na tarde deste domingo com a presidente Dilma Rousseff e entregou seu cargo.

Neste momento, o ministro discute com assessores a redação de uma nota que será divulgada no blog do ministério do Trabalho.

Na nota, ele atribuirá a saída, entre outros motivos, à divulgação do parecer da Comissão de Ética da presidência da República que pede seu afastamento.

SUSPEITAS

Lupi foi o ministro alvo de acusações mais longevo do governo, resistindo com ajuda do Planalto desde 9 de novembro, após reportagem da revista "Veja" afirmar que assessores recebiam propina.

Cinco colegas seus -Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Wagner Rossi (Agricultura), Pedro Novais (Turismo) e Orlando Silva (Esportes)- tombaram logo após reveladas suspeitas de irregularidades.

O objetivo de Dilma era demiti-lo apenas na reforma ministerial, prevista para janeiro. Isso evitaria o constrangimento de ver seu sexto ministro cair por suspeita de irregularidades e a livraria de tratar antecipadamente da acomodação do PDT.

Dilma tende a deixar no cargo o secretário-executivo, Paulo Roberto Pinto, até definir como serão as alterações e o seu grau de abrangência.

Fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Posted by GODINHO On 07:35
UM FELIZ NATAL PARA TODOS!!!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Posted by GODINHO On 15:04
Reafirmo meu pessimismo: mais cedo ou mais tarde, como vem ocorrendo com todas as teses provenientes desses segmentos ideológicos e políticos, os crucifixos serão arrancados das paredes. E o resíduo cultural cristão ainda persistente continuará cedendo lugar a um humanismo desumano, destituído de alma e avesso a Deus. Avesso ao Deus cuja proteção é invocada na Constituição. Não guardo ilusões. Quando se encontra com a omissão de muitos e a ingênua tolice de outros tantos, a malícia passa por cima e impõe o que pretende com quase nenhuma resistência.

Aparentemente é uma questão simples. Afinal, se o Estado é laico, os espaços públicos ou sob responsabilidade do Estado não deveriam ser isentos de qualquer religiosidade, como banheiros de estação? O crucifixo, na parede de uma repartição, seria, nessa perspectiva, um atropelo à equidade, um agravo à Constituição e à Justiça. Remova-se, então. Mas tenha-se a coragem de assumir perante a história o registro do que foi feito: preserve-se o prego! Preserve-se o prego para que todos reconheçam o extraordinário serviço prestado. Para que todos saibam que ali havia um crucifixo, e que ele foi removido por abusivo, ofensivo, intolerável às almas sensíveis que, em nome da Justiça, se mobilizaram contra ele.

Observe de onde procedem os ataques aos crucifixos. Nem todos os que tocam nessas bandas são contra os crucifixos e nem todos o são por malícia. Mas todos os que se opõem aos crucifixos tocam nessas bandas. Tocam numa certa esquerda e numa certa direita. Ajudam-se mutuamente no processo de destruição dos valores. A cara da utopia da igualdade é o focinho da utopia dos que pregam uma vida sem limites. Quando discorrem sobre seus motivos em relação aos crucifixos, transmitem a ideia de estarem jungidas a um imperativo constitucional - o Estado, mesmo não sendo ateu, é laico. Não tem religião própria. E os ingênuos abanam a cabeça em concordância: afinal, se há lugar para um crucifixo, por que não revestir as paredes com os símbolos de todas as outras religiões e crenças existentes? Ou tem para todos, ou não tem para ninguém. Com tanta coisa contra que lutar, escalam como adversário Jesus de Nazaré...

O crucifixo na parede da repartição não é peça publicitária. Não é elemento de proselitismo religioso. Não transforma o espaço em local de culto. É referência a um patrimônio de valores universais sem similar na iconografia humana: amor a Deus e ao próximo mesmo se inimigo, solidariedade, justiça, misericórdia, paz. Se tirar o crucifixo, fica o prego.

Por outro lado, percebam todos ou não, a mobilização pela remoção é apenas mais um ato da longa empreitada do relativismo, do hedonismo e do materialismo visando à deliberada destruição das bases da civilização ocidental. Apenas mais um gesto. Querem a prova? O mesmo argumento que pretende a remoção do crucifixo (o mesmíssimo argumento!) quer silenciar os cristãos sempre que se debatem aspectos morais de propostas legislativas ou decisões judiciais. "O estado é laico e os argumentos baseados numa moral de origem religiosa não podem ser admitidos!", proclamam com enfatuada sabedoria. Ou seja, admitem-se nos debates as opiniões de ateus, de movimentos sociais, de sindicatos, de homossexuais, de partidos políticos, de endinheiradas ONGs, do que for. Admite-se opiniões do Além, psicografadas. Vale, até, opinião de quem não tem moral alguma. Mas não se toleram opiniões coincidentes ou fundadas na moral cristã. Pasmem os leitores: com esses argumentos de almanaque, com essa lógica de gibi, se consideram gênios da retórica, porta-estandartes da equidade. E não faltam ingênuos para aderir a essa conversa mole!

No entanto, saibam quantos lerem este artigo: o comunismo, ao refletir sobre suas dificuldades para expandir-se na Europa Ocidental, concluiu que seus maiores obstáculos estavam propostos pelas bases cristãs da cultura vigente. Desde então tem sido o que se viu. E só não percebe quem não se importa em servir de pomba para a refeição dos gaviões.

Percival Puggina